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sexta-feira, 7 de março de 2008

Amanha aqui em manaus, hoje na maior parte do Brasil, é dia da mulher.
E como eu estava fritando os neuronios para escolher um tema sobre o qual postar, pensei que esse iria servir. Afinal é até um ótimo tema sobre o qual escrever.
Ser mulher no mundo moderno é completamente diferente de antigamente. Hoje mesmo, estava lendo (de novo) Orgulho e Preconceito e, como sempre, fico impressionada com o começo do livro e as diferenças que nos separam daquela época.
Mrs. Bennet dizia que o que daria mais felicidade a sua vida seria ver suas filhas bem casadas, com um homem de alta renda anual, que soubesse dançar, apreciar a beleza das meninas e fosse simpático e espirituoso. Sim, que mãe nao quer isso para as filhas e que filha nao deseja isso para marido. Mas mesmo tendo isso em comum, todas as regras de sociedade, todos os bailes, cantos, danças, etc, parecem muito surreais para mim que fui criada no século XX/XXI. É até dificil de compreender certos costumea, porque sao tão diferentes do que estamos acostumadas agora, que acabamos achando absurdos. Quem iria imaginar uma moça em seus 20 e poucos anos esperando que o pai visite o pretendente para que ela possa conhece-lo depois? Isso era tao natural e agora é algo quase impossivel de acontecer.
No meio tempo, ocorreram as Grandes Guerras, que levaram a mulher a deixar o tricô, a cozinha e os assuntos domésticos de lado e partir para as fábricas, para sustentar os filhos enquanto os maridos lutavam pela pátria. A partir de entao, foi se tornando crucial para a economia familiar e cada vez mais se aprofundando em sua profissao. Podemos ter certeza de que existem mulheres mil vezes mais competentes que os homens e ganhando mais que eles tambem.
Conquistamos independencia, nao precisamos mais que um homem nos sustente, escreva nossas cartas e leia livros para nós. Provamos para (quase) todos que nao servimos só para cuidar dos filhos e realizar as tarefas domésticas. Somos diferentes dos homens, com certeza, mas nao inferiores de maneira alguma.
Esse, acho, é o unico motivo pelo qual prefiro a atualidade à época de Jane Austen. Afinal, nao existem mais Mr. Darcys agora. Mas posso viver com isso em troca de minha independencia.
Feliz dia da mulher para todas.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Help me bury my shame

Alo alo alo idade nova alo alo alo blog novo.
Como se eu tivesse alguma relação com o blog antigo, ainda.
Como de praxe em primeiras postagens, vou falar das intenções do blog: Eu pretendo, com esses posts, liberar toda a criatividade em mim contida e guardada. Falar das coisas que me acontecem, desde a formiga que passou hoje em cima do meu pé até algum acontecimento importante, como primeiro dia de aula da faculdade. Falar do que gosto, do que nao gosto, dos amigos, das tristezas, alegrias, etc, etc, etc.
Sempre que me deparo com uma página em branco, seja ela do caderno ou do computador, imagino que ela seja como uma criança querendo um doce, mas querendo ser preenchida. Espero conseguir preenche-las todas com algo substancial que possa vir a empolgar os possiveis leitores desse pedaço de mim (ui).
Entao, como isso foi só uma apresentação, acho que já tá otimo. Amanha começam as coisas razoavelmente divertidas AE AE AE.
Quero agradecer à Bibi por ter tentado me ajudar a escolher o nome e estar sempre ali quando eu preciso. Amo tu eterno amigán.

Beijo pra quem ler. Se é que alguem vai ler.